"O texto que hoje partilho – Tempo(s) de abraços – tem dois propósitos: relembrar a falta que nos fizeram (e continuam a fazer) os abraços, mas sobretudo homenagear o nosso mais recente Prémio Pessoa, João Luis Barreto Guimarães, poeta e médico, Pessoa que ensina e pratica, há muito muito tempo, a humanização, designadamente em instituições que prestam cuidados de saúde… mas não só."
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