A transição do trabalho presencial para o teletrabalho trouxe benefícios claros, mas também desafios inesperados. Num artigo de opinião publicado n’O Jornal Económico, Eva Oliveira, docente da Católica Porto Business School, reflete sobre as tensões entre flexibilidade e bem-estar, a partir de um caso concreto que espelha a experiência de muitos profissionais.
"Isto, apesar de, agora, definir o seu próprio horário e ter eliminado as deslocações que a massacravam. O esperado equilíbrio entre a sua vida de trabalho e a vida pessoal não aconteceu (...) A flexibilidade que nos deveria beneficiar origina afinal uma negociação infindável para delimitar a vida de trabalho e a vida pessoal. Sem fronteiras claras, a flexibilidade torna-se uma sobrecarga."
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