Falar de ética e de compliance implica sair para fora da nossa zona de conforto e confrontarmo-nos com quem somos e como agimos nas esferas pessoal e profissional. Implica também revisitar e redefinir termos e conceitos que podem ser formalmente distintos, mas que na prática se intersetam, como é o caso do assédio e da retaliação. As fronteiras diluem-se facilmente no contexto da prática profissional, surgindo assim a dúvida sobre a pertinência da inclusão do assédio no canal de denúncias, agora obrigatório para organizações com 50 ou mais trabalhadores (Lei 93/2001, proteção de denunciantes e proibição de retaliação)
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