"Colocar a transparência salarial apenas no plano da conformidade legal é reduzir o alcance do seu significado. A lei estabelece mínimos; a ética interroga o sentido. A regulação obriga à transparência, mas é a ética que pergunta porquê, para quê e com que consequências. É precisamente nesta saudável tensão, entre obrigação legal e compromisso ético, que se joga a relevância da transparência salarial na construção de culturas organizacionais mais justas, abertas e equitativas"
Leia aqui o artigo publicar no VER com autoria de: Helena Gonçalves, Docente e coordenadora do Fórum de Ética da Católica Porto Business School; e de José Ricardo Gonçalves, Sócio da RBMS Advogados e Membro do Fórum de Ética