Daniel Fonseca concluiu a Licenciatura em Gestão na Católica Porto Business School em 2021. Desde então, tem desenvolvido uma carreira internacional marcada pela dedicação ao serviço público e pela gestão estratégica em contextos globais. Atualmente vive na Bélgica e integra a NATO como Strategic Planning and Resources Management. No âmbito da rubrica "Alumni Spotlight", que destaca os nossos antigos alunos, partilhamos uma entrevista inspiradora sobre o percurso de Daniel.
Fez a licenciatura na Católica Porto Business School. Como considera que isso o posicionou para se diferenciar no mercado de trabalho? A licenciatura na Católica Porto Business School destacou-se pelo treino consistente em public speaking e pela ligação direta ao tecido empresarial desde o primeiro ano. Essa combinação facilitou a construção de relações profissionais cedo, reforçou a minha comunicação em contextos exigentes e deu-me confiança para apresentar, negociar e liderar.
Atualmente é Strategic Planning and Resources Management na NATO, depois de experiências no Parlamento Europeu, BNP Paribas e Banco de Portugal. Como descreve esta evolução na sua carreira? Iniciei no setor bancário (Banco de Portugal e BNP Paribas), onde consolidei bases em estatística, gestão de risco e de portfólio. Com o CEMS Master in International Management (UCD Dublin, St. Gallen e CBS Copenhaga) aprofundei competências e abri portas a um percurso internacional, primeiro no Parlamento Europeu e, mais tarde, na NATO, num contexto ainda mais global e crítico face à conjuntura geopolítica atual.
Qual foi o desafio mais empolgante da sua carreira? Contribuir para negociações de alto nível entre Estados-membro com interesses distintos, em processos que requerem consenso. Exige preparação técnica rigorosa, gestão de expectativas e diplomacia assente em escuta ativa, clareza e evidência.
Como a Católica Porto Business School o ajudou na sua trajetória profissional? A Católica incutiu-me uma mentalidade verdadeiramente internacional e a ideia de que o mercado de trabalho vai além de Portugal. A proximidade às empresas, o rigor académico, a ética e o treino de comunicação foram determinantes para acelerar o meu desenvolvimento pessoal e profissional e criar oportunidades.
Qual é o seu próximo passo? Perspetivas de futuro? Continuar a contribuir com excelência para a NATO, ampliando impacto e responsabilidade, e manter-me aberto a oportunidades globais que promovam liderança e serviço público.
O que o leva a continuar a ligação com a Católica Porto Business School? Pelo corpo docente e pela rede construída em associativismo e voluntariado, que continuam a inspirar-me a retribuir, a mentorar e a manter uma ligação ativa à Universidade.
Livro ou podcast favorito: As Intermitências da Morte, de José Saramago.
Figura marcante na Faculdade: Professora Ana Madsen, que me inspirou entusiasmo académico e me apoiou de forma consistente ao longo da carreira.
Curiosidade pessoal: Fui atleta de alta competição em patinagem artística.
Essa experiência teve algum impacto na sua vida profissional? Sem dúvida. A exigência, disciplina e resiliência desenvolvidas no desporto competitivo tornaram-se fundamentais para liderar com rigor, manter o foco em ambientes de elevada pressão e lidar com o erro como parte do processo de melhoria.