Em entrevista à TSF, o diretor da Católica Porto Business School, João Pinto, defendeu que Portugal deve garantir que a organização do Mundial de 2030 represente um investimento com retorno efetivo para o país. "O importante é evitar elefantes brancos e privilegiar infraestruturas de utilização futura e que, do ponto de vista económico, todo o retorno que um evento destes traz supere os custos de investimento que se tem de fazer para o preparar", afirmou.
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