"Durante décadas, a eficiência foi o principal critério de decisão. Produzir onde era mais barato, comprar onde era mais eficiente e confiar que as cadeias globais garantiriam abastecimento contínuo. Essa lógica permitiu ganhos significativos de bem-estar, mas revelou fragilidades quando confrontada com choques externos."
Leia aqui o mais recente artigo de opinião de João Pinto, diretor da Católica Porto Business School, publicado no Deans’ Corner do Jornal de Negócios.