"A chamada “rentrée” costumava marcar o regresso da fase séria da política, por contraposição a uma “silly season” mais propícia a discursos ligeiros e “fait divers” consonantes com o período estival. Alguém estranho a estas convenções teria, hoje, dificuldade em distinguir aqueles períodos, tal a constância do espalhafato mediático que nos envolve. Culpa de quem?"
Leia aqui o mais recente artigo de opinião de Alberto Castro, Professor Catedrático Convidado da Católica Porto Business School e diretor do Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada, publicado no Dinheiro Vivo.
