"Neste contexto, aderir à tendência soft-girls é tentador e aparenta ser uma boa escolha: a vida é mais fácil. E as imagens cuidadosamente editadas nas redes sociais mostram mulheres bonitas, bem arranjadas, sorridentes e “sossegadas” - como muitos as querem, ainda."
Leia aqui o mais recente artigo de opinião de Ana Lourenço, diretora adjunta para Faculty e docente na Católica Porto Business School, publicado no Jornal de Negócios.
